segunda-feira, 4 de julho de 2011

DREAM THEATER É JÁ DIA 17

17 de Julho - COLISEU DO PORTO
Abertura de portas: 20h30 - Início do espectáculo: 21h00
1ª parte: tba

O nome DREAM THEATER tornou-se sinónimo de muitas coisas diferentes ao longo dos anos. Uma proficiência técnica de fazer inveja a qualquer músico ou aspirante a músico. Uma imagem lírica expressiva. A fusão, perfeita, de peso e tendências prog. O quinteto norte-americano é hoje a figura de proa do metal na sua vertente progressiva, influenciou toda uma tendência e tem o seu papel muito bem definido na história da música pesada. Ao longo dos últimos 26 anos os músicos mostraram capacidade mais que suficiente para atingirem os píncaros e irem-se reinventando a cada movimento... Agora, depois de terem passado pelo choque que foi a separação do baterista Mike Portnoy em 2010, estão desejosos de provar que a alma do projecto se mantém imutável. Com sangue na guelra, os DREAM THEATER voltam a Portugal, mais especificamente ao Coliseu do Porto, no próximo dia 17 de Julho, depois de uma inebriante prestação na capital, em 2009. Esta data tem a particularidade de, a par da participação em alguns festivais de Verão, ser um dos poucos concertos que o colectivo tem planeados para 2011 em solo europeu e o único em nome próprio. Uma óptima oportunidade para conhecer o novo baterista do grupo e algum material inédito, a incluir no sucessor de «Black Clouds & Silver Linings», com data de edição agendada para o mês de Setembro. Tudo óptimas razões para transformar esta noite numa ocasião muito, muito especial.

Pioneiros do metal progressivo, os DREAM THEATER estabeleceram a sonoridade como um subgénero do metal e, mais de um quarto de século depois de terem dado os primeiros passos, continuam a ser uma das suas propostas mais relevantes. A paixão dos músicos por bandas como os Rush, os Yes, os Iron Maiden e os Metallica deu origem a um som único, onde as guitarras pesadas e os riffs rápidos se cruzam com um nível técnico quase académico, numa orgia de peso, melodia e ideias verdadeiramente progressivas – a que é impossível ficar indiferente. A verdade é que, quando lançaram o primeiro disco, ninguém lhes ligou nenhuma, mas agarraram rapidamente o público com o sucesso de «Pull Me Under» e não pararam mais de crescer – sobretudo a nível criativo, mas também de estatuto. Em estúdio são uma banda sem fronteiras e, ao longo da sua duradoura carreira, foram adaptando também essa postura aos espectáculos – cada vez maiores, mais longos, mais diversos. Os alinhamentos mudam todas as noites, os músicos estão sempre prontos para tocar a maioria do seu vastíssimo catálogo e a genialidade do próprio espectáculo de luzes rivaliza com o conteúdo musical, dando origem a uma verdadeira experiência extra-sensorial.

Os bilhetes para o concerto custam entre 28 e 30 euros, à venda nos locais habituais.

1 comentário:

David Rebelo disse...

Pull Me What???? essa do Pull Me Hunger teve piada.
Abraço ao pessoal do Metalmorfose.