A Ressurreição do Metal terá este ano uma edição absolutamente imperdível, carregada de simbolismo e história! Esta edição especial assinala dois momentos marcantes para o metal nacional: - Comemoração dos 35 anos do Caminhos Metálicos. - 3ª Cerimónia de Entrega dos Prémios Adamastor. - 3 de abril de 2026 - Salão dos Bombeiros de Pindelo dos Milagres. Uma noite de celebração, reconhecimento e união da comunidade metaleira, honrando o passado, o presente e o futuro do metal em Portugal. Um evento a não perder. Mais informações em breve.
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CRUZ DE FERRO - Capa e título do álbum de estreia
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Os Guerreiros do Metal apresentam a capa do seu primeiro álbum que se chama "Morreremos de pé". Este trabalho conta com 10 temas originais de Heavy Metal épico e bárbaro.
A capa ficou a cargo do talentoso artista Pedro Sena Lordigan.
O trabalho artístico da capa foi inspirado na célebre, ainda que quase esquecida, batalha de Toro [1 de Março de 1476]. Foi um dos últimos combates na Baixa Idade Média peninsular entre as tropas portuguesas capitaneadas por D. Afonso V [1432-1481] e as tropas castelhanas de D. Fernando II [1452-1516], rei de Aragão, Leão e Castela.
Nesta batalha, cujo resultado permanece inconclusivo, distinguiram-se o príncipe D. João [1455-1495], que viria a reinar como D. João II de Portugal, assim como Gonçalo Pires [?-?] e Duarte de Almeida [?-?], o alferes-mor do reino, a quem estava confiado o estandarte português. No calor da refrega, Duarte de Almeida foi rodeado pelo adversário, o qual lhe decepou a mão que carregava o pendor nacional. Acometido de dores atrozes, consegue transpor o estandarte para a outra mão, a qual é igualmente golpeada. Por fim, cavalga com bandeira nacional fixada com os dentes e com o apoio dos cotos dos braços decepados, até que, finalmente, é derrubado. Contudo, um companheiro de armas, Gonçalo Pires, mais tarde conhecido como o “Bandeira”, consegue reaver o estandarte perdido das mãos do inimigo.
Levado como prisioneiro para terras de Espanha, Duarte de Almeida foi tratado com honra e fidalguia, tendo as suas armas sido expostas na catedral de Toledo em sinal de respeito e veneração. Regressado a Portugal, morre esquecido e quase na miséria, o agradecimento habitual de uma Pátria ingrata que necessita dos outros para honrar os seus heróis. Para a posteridade, ficaria nomeado por o “Decepado”, designação que também inspirou um dos temas presentes no álbum “Morreremos de pé!”.
Sábado, 11 de Junho às 23:00 Origens Caffé- Ponte de Vagos 5 euros O Blindagem Metal Fest terá como cabeças de cartaz os Revolution Within, que trazem na bagagem o seu mais recente trabalho "Annihilation" e dois dos mais potentes projetos de Coimbra os Tales For The Unspoken e os Destroyers Of All. Como convidados especiais os Wrath From Above estarão na abertura da noite. Vagos é sinônimo de Metal.
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
Foi em 2018 que Aron Biale decidiu formar o projecto Ty Morn, em que a sonoridade seria influênciada pelo heavy metal dos 80 e 70, da qual é fã e colecionador, mais tarde descobre o vocalista Raphael Gazal (Bulletback, Leviathan) e rodeou-se de mais 10 musicos ao redor do mundo. Istor é o primeiro disco da banda e creio que melhor arranque seria impossível, porque estamos perante uma obra soberba de haevy metal. Embora haja aqui e ali pequenos pormenores a melhorar tal como a produção, não é isso que lhe retira o brilho, pois estão aqui reunidas 9 luxuosas composições, sendo verdadeiros hinos aos metal. Boas melodias, refrões que se colam à mente, grandes solos de guitarra e uma voz versátil e que assenta que nem uma luva na restante orquestra, sáo os ingredientes para criar temas como Hey Poseidon, Fall on Your Sword, Die Where We Stand ou Harvest of Souls. Muito honestamente dentro do estilo foi o melhor que me passou pelos ou...
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