De uma forma surpreendente o Milagre Metaleiro anunciou as primeiras bandas para a edição de 2027. ⚡ THE HALO EFFECT ⚡ SAMAEL ⚡ MASTERPLAN ⚡ BENEDICTION ⚡ INDUCTION ⚡ MÅNEGARM E isto é apenas o começo… +15 bandas serão ainda confirmadas! 🔥 📅 20 • 21 • 22 AGOSTO 2027 📍 PINDELO DOS MILAGRES — SÃO PEDRO DO SUL 🎟️ PASSE GERAL 2027 Sócios: 11 € — apenas disponível na porta Até 31 de dezembro: 70 € A partir de 1 de janeiro: 75 € A partir de 1 de julho: 80 € Na porta: 90 € 🔥 PREÇO ESPECIAL PARA QUEM TEM O PASSE GERAL DE 2026 🎫 55 € até às 13h00 de 24.08.2026 🎫 65 € até às 23h59 de 30.09.2026 Para obteres o desconto, basta inserir o código de barras do teu passe geral de 2026 no processo de compra. ⚠️ DESCONTO VÁLIDO APENAS PARA PASSES GERAIS. ⚠️ APENAS 1 DESCONTO POR CADA PASSE DE 2026. Bilhetes à venda no recinto do Milagre Metaleiro Open Air e em milagremetaleiro.bol.pt
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CRUZ DE FERRO - Capa e título do álbum de estreia
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Os Guerreiros do Metal apresentam a capa do seu primeiro álbum que se chama "Morreremos de pé". Este trabalho conta com 10 temas originais de Heavy Metal épico e bárbaro.
A capa ficou a cargo do talentoso artista Pedro Sena Lordigan.
O trabalho artístico da capa foi inspirado na célebre, ainda que quase esquecida, batalha de Toro [1 de Março de 1476]. Foi um dos últimos combates na Baixa Idade Média peninsular entre as tropas portuguesas capitaneadas por D. Afonso V [1432-1481] e as tropas castelhanas de D. Fernando II [1452-1516], rei de Aragão, Leão e Castela.
Nesta batalha, cujo resultado permanece inconclusivo, distinguiram-se o príncipe D. João [1455-1495], que viria a reinar como D. João II de Portugal, assim como Gonçalo Pires [?-?] e Duarte de Almeida [?-?], o alferes-mor do reino, a quem estava confiado o estandarte português. No calor da refrega, Duarte de Almeida foi rodeado pelo adversário, o qual lhe decepou a mão que carregava o pendor nacional. Acometido de dores atrozes, consegue transpor o estandarte para a outra mão, a qual é igualmente golpeada. Por fim, cavalga com bandeira nacional fixada com os dentes e com o apoio dos cotos dos braços decepados, até que, finalmente, é derrubado. Contudo, um companheiro de armas, Gonçalo Pires, mais tarde conhecido como o “Bandeira”, consegue reaver o estandarte perdido das mãos do inimigo.
Levado como prisioneiro para terras de Espanha, Duarte de Almeida foi tratado com honra e fidalguia, tendo as suas armas sido expostas na catedral de Toledo em sinal de respeito e veneração. Regressado a Portugal, morre esquecido e quase na miséria, o agradecimento habitual de uma Pátria ingrata que necessita dos outros para honrar os seus heróis. Para a posteridade, ficaria nomeado por o “Decepado”, designação que também inspirou um dos temas presentes no álbum “Morreremos de pé!”.
Gwydion é uma das poucas propostas de viking metal português. A perseverança e luta da banda demonstra que o trabalho ao longo dos anos dá os seus frutos. Com um contracto assinado com a editora alemã TrollZorn, poderão vir a dar o merecido salto para a internacionalização. Metal Morfose: Como é que se iniciaram os Gwydion (nomes dos membros, instrumentos e como começaram a tocar viking black metal)? Gwydion: Agradecemos a oportunidade que nos estão a dar para falarmos e divulgarmos o nosso trabalho, obrigado a toda a equipa do Metal Morfose. Os Gwydion têm alguma história no metal português, já lá vão cerca de 13 anos de existência, com muitas trocas de elementos, o que tem vindo a moldar a nossa sonoridade ao longo do tempo. Já passámos por momentos muito complicados, com dificuldade em “acertar nos elementos exactos”, mas com muito esforço e dedicação, conseguimos chegar a uma formação coesa. Temos o Dani nas (Teclas), que é o nosso suporte melódico, o Vítor (Guitarra Ritmo) tem...
O simpático guitarrista e compositor Marcello Valsesia, dos brasileiros Thy Symphony, revelou o início da carreira da banda, a gravação do novo álbum e também perspectivas futuras. Metal Morfose: Sei que estão muito ocupados com a gravação do novo álbum. Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco como surgiram os Thy Symphony? Marcello: Desde criança que conheço o Rene, passamos a infância juntos e na escola conheci um teclista chamado Douglas assim surgiram os Thy Symphony. Depois encontramos a Camila, que está desde o começo. O César veio depois como um baterista que estava na banda antes do Matthew. Os vocais masculinos foram muitos, inclusive, vou aproveitar para divulgar que estamos a mudar de vocalista masculino para o lugar do Vitor, o nome dele é Allan Ortoga. Allan é um grande cantor e substituirá bem o Vitor. Assim surgiram os Thy Symphony, de uma ideia minha e de dois grandes amigos. Metal Morfose: Muito obrigada pela exclusividade da notícia Marcello, e espero que...
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
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