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Destroyers Of All - Novo álbum
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Os Portugueses Destroyers Of All associam-se novamente com a Mosher Records para o lançamento do seu novo álbum "The Vile Manifesto" que sairá a 2 de fevereiro de 2019.
Para celebrar o anúncio do novo álbum, a banda estreia o lyric video do single “False Idols” como a primeira revelação de novas músicas. “A música fala sobre as atrocidades e crimes contra a Humanidade cometidas por uma unidade militar que realizou pseudociência para provar uma ideologia - e falhou”, diz o vocalista João Mateus, que afirma claramente que “a letra é um sincero tributo a todas as vítimas de guerra”.
Carregado com riffs furiosos, vocais vorazes e secção rítmica capaz de rebentar tímpanos, este registo marca um novo capítulo para a banda, uma vez que ultrapassa os limites do peso da sua sonoridade mais do que nunca. Como resultado, este álbum é mais directo e violento do que os anteriores, sem perder a identidade criativa que marca a música da banda desde a sua génese.
A capa do álbum foi desenhada à mão pelo lendário artista Mark Riddick, que já trabalhou com bandas como Arch Enemy, Exodus, Morbid Angel, Mortician, The Black Dahlia Murder, Suffocation e muitas outras.
O novo álbum já pode ser pré-encomendado em www.destroyersofall.com. Encontram-se disponíveis vários pacotes com diferentes combinações que incluem o álbum, merchandising e bilhetes para o concerto de lançamento.
"The Vile Manifesto" é o terceiro lançamento da banda depois do EP "Into the Fire" (2013) e do LP "Bleak Fragments" (2016), ambos aclamados por críticos de imprensa especializada. A banda escolheu gravar novamente o novo álbum no Golden Jack Studios em Portugal, tendo este sido também misturado e masterizado por João Dourado.
Tracklist:
Tohu Wa-Bohu (4:41)
False Idols (3:21)
Destination: Unknown (4:51)
Break The Chains (5:35)
The Elephant's Foot (3:59)
The Dead Valley (4:00)
Sheol (4:42)
Ashmedai (4:05)
Hellfall (3:48)
Kill The Preacher (Bonus Track) (2:44)
Gwydion é uma das poucas propostas de viking metal português. A perseverança e luta da banda demonstra que o trabalho ao longo dos anos dá os seus frutos. Com um contracto assinado com a editora alemã TrollZorn, poderão vir a dar o merecido salto para a internacionalização. Metal Morfose: Como é que se iniciaram os Gwydion (nomes dos membros, instrumentos e como começaram a tocar viking black metal)? Gwydion: Agradecemos a oportunidade que nos estão a dar para falarmos e divulgarmos o nosso trabalho, obrigado a toda a equipa do Metal Morfose. Os Gwydion têm alguma história no metal português, já lá vão cerca de 13 anos de existência, com muitas trocas de elementos, o que tem vindo a moldar a nossa sonoridade ao longo do tempo. Já passámos por momentos muito complicados, com dificuldade em “acertar nos elementos exactos”, mas com muito esforço e dedicação, conseguimos chegar a uma formação coesa. Temos o Dani nas (Teclas), que é o nosso suporte melódico, o Vítor (Guitarra Ritmo) tem...
O simpático guitarrista e compositor Marcello Valsesia, dos brasileiros Thy Symphony, revelou o início da carreira da banda, a gravação do novo álbum e também perspectivas futuras. Metal Morfose: Sei que estão muito ocupados com a gravação do novo álbum. Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco como surgiram os Thy Symphony? Marcello: Desde criança que conheço o Rene, passamos a infância juntos e na escola conheci um teclista chamado Douglas assim surgiram os Thy Symphony. Depois encontramos a Camila, que está desde o começo. O César veio depois como um baterista que estava na banda antes do Matthew. Os vocais masculinos foram muitos, inclusive, vou aproveitar para divulgar que estamos a mudar de vocalista masculino para o lugar do Vitor, o nome dele é Allan Ortoga. Allan é um grande cantor e substituirá bem o Vitor. Assim surgiram os Thy Symphony, de uma ideia minha e de dois grandes amigos. Metal Morfose: Muito obrigada pela exclusividade da notícia Marcello, e espero que...
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
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