De uma forma surpreendente o Milagre Metaleiro anunciou as primeiras bandas para a edição de 2027. ⚡ THE HALO EFFECT ⚡ SAMAEL ⚡ MASTERPLAN ⚡ BENEDICTION ⚡ INDUCTION ⚡ MÅNEGARM E isto é apenas o começo… +15 bandas serão ainda confirmadas! 🔥 📅 20 • 21 • 22 AGOSTO 2027 📍 PINDELO DOS MILAGRES — SÃO PEDRO DO SUL 🎟️ PASSE GERAL 2027 Sócios: 11 € — apenas disponível na porta Até 31 de dezembro: 70 € A partir de 1 de janeiro: 75 € A partir de 1 de julho: 80 € Na porta: 90 € 🔥 PREÇO ESPECIAL PARA QUEM TEM O PASSE GERAL DE 2026 🎫 55 € até às 13h00 de 24.08.2026 🎫 65 € até às 23h59 de 30.09.2026 Para obteres o desconto, basta inserir o código de barras do teu passe geral de 2026 no processo de compra. ⚠️ DESCONTO VÁLIDO APENAS PARA PASSES GERAIS. ⚠️ APENAS 1 DESCONTO POR CADA PASSE DE 2026. Bilhetes à venda no recinto do Milagre Metaleiro Open Air e em milagremetaleiro.bol.pt
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REVIEW: Dynzty - Firesign
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Os Dynazty são uma banda sueca com pouco mais de 10 anos, no entanto têm uma carreira produtiva ou não fosse Firesign o seu sexto álbum, lançado a 28 de Setembro de 2018, pela AFM Records.
Com uma sonoridade de fácil assimilação que deambula entre o hard rock e heavy metal melódico. Com uma produção bem polida e límpida a cargo de Jonas Kjellgren e Peter Tägtgren, todos os instrumentos e voz são perceptíveis e aqui a aposta foi claramente ganha.
Não se poderá dizer que os Dynazty são uma banda inovadora, no entanto aquilo que fazem fazem-no muito bem, com excelentes músicos em que salta à vista grandes solos de guitarra e a voz de Nils Molin sempre bem equilibrada.
Breathe with Me abre o disco a bom ritmo a demonstrar toda a força da banda, seguido de The Grey single de avanço que tem tudo o que um single deve ter, boa melodia, refrão e dinamismo que nos conquistam à primeira audição. Ascension é o mais próximo de uma balada, mas sem nunca o ser e que tanto caracteriza as bandas do estilo, melódica em que a voz de Nils demonstra versatilidade sem nunca cair no exagero, destaque para Follow Me um tema poderoso, com riffs fortes e refrão para ser cantado bem alto.
Em suma estamos perante um disco que não desilude e que a cada audição nos conquista e não será por acaso que andaram recentemente em tour com os Bloodbound.
Resta agora aguardar e comprovar toda a sua qualidade ao vivo pela primeira vez em Portugal no festival Milagre Metaleiro a 23 e 24 de Agosto.
8/10
1. Breathe with Me
2. The Grey
3. In the Arms of a Devil
4. My Darkest Hour
5. Ascension
6. Firesign
7. Closing Doors
8. Follow Me
9. Let Me Dream Forever
10. Starfall
11. The Light Inside the Tunnel
O simpático guitarrista e compositor Marcello Valsesia, dos brasileiros Thy Symphony, revelou o início da carreira da banda, a gravação do novo álbum e também perspectivas futuras. Metal Morfose: Sei que estão muito ocupados com a gravação do novo álbum. Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco como surgiram os Thy Symphony? Marcello: Desde criança que conheço o Rene, passamos a infância juntos e na escola conheci um teclista chamado Douglas assim surgiram os Thy Symphony. Depois encontramos a Camila, que está desde o começo. O César veio depois como um baterista que estava na banda antes do Matthew. Os vocais masculinos foram muitos, inclusive, vou aproveitar para divulgar que estamos a mudar de vocalista masculino para o lugar do Vitor, o nome dele é Allan Ortoga. Allan é um grande cantor e substituirá bem o Vitor. Assim surgiram os Thy Symphony, de uma ideia minha e de dois grandes amigos. Metal Morfose: Muito obrigada pela exclusividade da notícia Marcello, e espero que...
Gwydion é uma das poucas propostas de viking metal português. A perseverança e luta da banda demonstra que o trabalho ao longo dos anos dá os seus frutos. Com um contracto assinado com a editora alemã TrollZorn, poderão vir a dar o merecido salto para a internacionalização. Metal Morfose: Como é que se iniciaram os Gwydion (nomes dos membros, instrumentos e como começaram a tocar viking black metal)? Gwydion: Agradecemos a oportunidade que nos estão a dar para falarmos e divulgarmos o nosso trabalho, obrigado a toda a equipa do Metal Morfose. Os Gwydion têm alguma história no metal português, já lá vão cerca de 13 anos de existência, com muitas trocas de elementos, o que tem vindo a moldar a nossa sonoridade ao longo do tempo. Já passámos por momentos muito complicados, com dificuldade em “acertar nos elementos exactos”, mas com muito esforço e dedicação, conseguimos chegar a uma formação coesa. Temos o Dani nas (Teclas), que é o nosso suporte melódico, o Vítor (Guitarra Ritmo) tem...
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
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