De uma forma surpreendente o Milagre Metaleiro anunciou as primeiras bandas para a edição de 2027. ⚡ THE HALO EFFECT ⚡ SAMAEL ⚡ MASTERPLAN ⚡ BENEDICTION ⚡ INDUCTION ⚡ MÅNEGARM E isto é apenas o começo… +15 bandas serão ainda confirmadas! 🔥 📅 20 • 21 • 22 AGOSTO 2027 📍 PINDELO DOS MILAGRES — SÃO PEDRO DO SUL 🎟️ PASSE GERAL 2027 Sócios: 11 € — apenas disponível na porta Até 31 de dezembro: 70 € A partir de 1 de janeiro: 75 € A partir de 1 de julho: 80 € Na porta: 90 € 🔥 PREÇO ESPECIAL PARA QUEM TEM O PASSE GERAL DE 2026 🎫 55 € até às 13h00 de 24.08.2026 🎫 65 € até às 23h59 de 30.09.2026 Para obteres o desconto, basta inserir o código de barras do teu passe geral de 2026 no processo de compra. ⚠️ DESCONTO VÁLIDO APENAS PARA PASSES GERAIS. ⚠️ APENAS 1 DESCONTO POR CADA PASSE DE 2026. Bilhetes à venda no recinto do Milagre Metaleiro Open Air e em milagremetaleiro.bol.pt
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Cruz de Ferro lançam EP em Março.
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Do centro de Portugal, com Portugal no centro. Essa é a matriz da Cruz. Heavy metal épico onde a heroica memória nacional ecoa. Neste início de ano, os Cruz de Ferro empreendem nova investida com o EP “Leão dos Mares”, cinco novas composições que prometem não defraudar quem tem estado com eles nesta última década e agremiar mais um bom número de novos combatentes.
A banda oriunda de Torres Novas, distrito de Santarém, volta a evocar importantes figuras da História de Portugal, algumas nem sempre lembradas pelos feitos notáveis de séculos idos. É o caso de Afonso de Albuquerque, o Leão dos Mares, que dá nome a esta nóvel campanha do quarteto ribatejano. Governador da Índia Portuguesa na viragem do Séc. XV, O Grande de Goa era tão temido nos oceanos como diplomata de excelência. “Leão dos Mares” é antecipado pelo tema que lhe dá nome em videoclip já disponível.
Neste trabalho registado pelo produtor Arlindo Cardoso e pelo guitarrista Ricardo Pombo nos Southern Studios, faz-se referência a uma outra personagem dos primórdios da identidade portuguesa - Gonçalo Mendes da Maia, tutor do próprio Afonso Henriques. Reza a lenda que o “Lidador” contava já 90 anos quando derrotou os mouros numa frente de batalha, em Beja. O tema que fecha este novo e triunfante EP dos Cruz de Ferro revela a banda numa cavalgada rítmica ao estilo de uns Amon Amarth, esgotando as últimas espiras do disco ao som da guitarra portuguesa.
Numa edição Rastilho, limitada e exclusivamente em vinil, há espaço para novos elementos na música de um grupo que continua, ainda assim, fiel à tradição do heavy metal puro e duro, cantado em português. “A Nau dos Loucos”, tema que aborda o costume medieval de embarcar os proscritos e os loucos à deriva, revela uma faceta mais insana da Cruz, com blastbeats e solos suplicantes. Já “Conselho de Guerra” ataca num ritmo compassado, de implacável flama decretada pelos sinistros versos iniciais. Do novo disco faz ainda parte a faixa “Velada de Armas”, inspirada no hábito de rezar às armas antes de uma batalha.
Os Cruz de Ferro começaram por lançar o EP “Guerreiros do Metal” em 2012 para, três anos depois, vincarem todo o seu poder combativo através do álbum “Morreremos de Pé”. Em 2017, “Guerreiros do Metal” sai numa versão aumentada, com cinco novos temas gravados com Arlindo Cardoso, onde se estreia o baterista Bruno Guilherme. Seguem-se os EPs “Imortal” (2018) e “Soldado Desconhecido” (2020), ano pandémico em que a banda esteve longe de parada, pois também colocou cá fora a cassete ao vivo “A Batalha de Torres Novas”, registo do primeiro concerto de sempre, a 8 de Fevereiro de 2013, no Cine-Teatro Virgínia.
2021 é mais um ano cravado pela Cruz de Ferro. Oito anos após a estreia em disco, estes Guerreiros do Metal estão prontos para nova batalha e, como sempre, vão sair vencedores, tal é o arsenal que carregam em mais um glorioso EP! Melodias argutas, riffs destemidos, ritmos avassaladores e a língua portuguesa expressa com orgulho e vigor, num trabalho que merece estar bem junto ao coração de todos os metaleiros lusos… e por todo esse mundo fora. A Cruz Está de Volta!
Tracklist, LP A1. Leão dos Mares A2. A Nau dos Loucos B1. Velada de Armas B2. Conselho de Guerra B3. Lidador
Gwydion é uma das poucas propostas de viking metal português. A perseverança e luta da banda demonstra que o trabalho ao longo dos anos dá os seus frutos. Com um contracto assinado com a editora alemã TrollZorn, poderão vir a dar o merecido salto para a internacionalização. Metal Morfose: Como é que se iniciaram os Gwydion (nomes dos membros, instrumentos e como começaram a tocar viking black metal)? Gwydion: Agradecemos a oportunidade que nos estão a dar para falarmos e divulgarmos o nosso trabalho, obrigado a toda a equipa do Metal Morfose. Os Gwydion têm alguma história no metal português, já lá vão cerca de 13 anos de existência, com muitas trocas de elementos, o que tem vindo a moldar a nossa sonoridade ao longo do tempo. Já passámos por momentos muito complicados, com dificuldade em “acertar nos elementos exactos”, mas com muito esforço e dedicação, conseguimos chegar a uma formação coesa. Temos o Dani nas (Teclas), que é o nosso suporte melódico, o Vítor (Guitarra Ritmo) tem...
O simpático guitarrista e compositor Marcello Valsesia, dos brasileiros Thy Symphony, revelou o início da carreira da banda, a gravação do novo álbum e também perspectivas futuras. Metal Morfose: Sei que estão muito ocupados com a gravação do novo álbum. Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco como surgiram os Thy Symphony? Marcello: Desde criança que conheço o Rene, passamos a infância juntos e na escola conheci um teclista chamado Douglas assim surgiram os Thy Symphony. Depois encontramos a Camila, que está desde o começo. O César veio depois como um baterista que estava na banda antes do Matthew. Os vocais masculinos foram muitos, inclusive, vou aproveitar para divulgar que estamos a mudar de vocalista masculino para o lugar do Vitor, o nome dele é Allan Ortoga. Allan é um grande cantor e substituirá bem o Vitor. Assim surgiram os Thy Symphony, de uma ideia minha e de dois grandes amigos. Metal Morfose: Muito obrigada pela exclusividade da notícia Marcello, e espero que...
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
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