De uma forma surpreendente o Milagre Metaleiro anunciou as primeiras bandas para a edição de 2027. ⚡ THE HALO EFFECT ⚡ SAMAEL ⚡ MASTERPLAN ⚡ BENEDICTION ⚡ INDUCTION ⚡ MÅNEGARM E isto é apenas o começo… +15 bandas serão ainda confirmadas! 🔥 📅 20 • 21 • 22 AGOSTO 2027 📍 PINDELO DOS MILAGRES — SÃO PEDRO DO SUL 🎟️ PASSE GERAL 2027 Sócios: 11 € — apenas disponível na porta Até 31 de dezembro: 70 € A partir de 1 de janeiro: 75 € A partir de 1 de julho: 80 € Na porta: 90 € 🔥 PREÇO ESPECIAL PARA QUEM TEM O PASSE GERAL DE 2026 🎫 55 € até às 13h00 de 24.08.2026 🎫 65 € até às 23h59 de 30.09.2026 Para obteres o desconto, basta inserir o código de barras do teu passe geral de 2026 no processo de compra. ⚠️ DESCONTO VÁLIDO APENAS PARA PASSES GERAIS. ⚠️ APENAS 1 DESCONTO POR CADA PASSE DE 2026. Bilhetes à venda no recinto do Milagre Metaleiro Open Air e em milagremetaleiro.bol.pt
Obter link
Facebook
X
Pinterest
Email
Outras aplicações
Primeiras impressões da audição do novo álbum dos Tarantula
Obter link
Facebook
X
Pinterest
Email
Outras aplicações
-
Ontem a convite da Larvae Records tive a oportunidade de ouvir na integra o novo álbum "Thunder Tunes From Lusitania" dos Tarantula, que tem data de lançamento agendada para o dia 1 de Maio.
A música de abertura The Voice Inside é pesada, com ritmo acelerado e onde salta à vista pelo meio um grandioso solo de guitarra do virtuoso Paulo Barros, é um bom tema de arranque para o que vem a seguir The Flame is Still Alive que foi após a audição anunciado com o segundo single a ser lançado e de facto merece essa distinção, pois foi o tema que mais gostei de ouvir neste primeiro impacto. Mantém o peso do anterior, num estilo de power metal, tem um grande refrão, bons solos e a dupla Luis Barros (bateria) e José Aguiar (baixo) dão um show à parte, que aliás é algo que me surpreendeu em todo álbum, mas principalmente o baixo que ganha evidência e é bem audível a fazer lembrar os Iron Maiden.
Ray of Light baixa o ritmo e entra em campos de Hard Rock, Naken Truth mantém a toada mas é mais arrojado, moderno e fecha num ritmo mais pesado.
In the Hands of Fate é um meio tempo muito interessante onde sobressai a voz de Jorge Marques que se mostra em ótima forma, com riffs pesados e balançados, e o baixo muito presente, pessoalmente foi um tema muito agradável de se ouvir. Depois vem o já conhecido Storm, primeiro single que todos conhecem. You Can't Change Me é Hard N' Heavy onde o refrão é sempre seguido de belos solos de guitarra de Paulo Barros. Where Do We Go From Here? torna-se mais heavy e pesado que o anterior e trás uma bateria poderosa, faz balançar a cabeça num tema coeso,Broken Promises é Hard Rock melódico em tom de balada.O disco fecha com Blame, um tema surpreendente com guitarra num estilo Black Sabbath arrastada e pesada, e melodias exóticas, é o tema mais "fora da caixa" de todo álbum, mas um dos melhores pela sua frescura e inovação.
No global "Thunder Tunes From Lusitania" é um grande disco, que tal como a banda referiu em conversa após a audição é um repescar de toda a carreira, que pisca mais o olho ao Hard N' Heavy do que ao Power Metal, onde todos os elementos da banda demonstram o seu já reconhecido talento, mas a secção rítmica sobressai com uma vitalidade e destaque em todo o disco. Os vários solos de guitarra são de outro planeta e Paulo Barros acrescentou novas roupagens principalmente em Blame. Os Tarantula conseguem ser virtuosos, mas ao mesmo tempo de fácil audição, diria mesmo que são de uma simplicidade com composições complexas.
11 anos após o último lançamento, demasiado tempo como a banda admitiu e com 40 anos de carreira ainda conseguem surpreender e fazer música deste calibre, rara de se ouvir nos tempos que correm. O primeiro impacto foi muito positivo e tenho a certeza que com as próximas audições será um disco que irá crescer e agarrar o ouvido e não tenho dúvidas em afirmar que será um dos melhores álbuns do ano.
O digipack terá os seguintes 10 temas:
I. The Voice Inside
II. The Flame is Still Alive
III. Ray of Light
IV. Naked Truth
V. In The Hands of Fate
VI. Storm
VII. You Can't Change Me
VIII. Where Do We Go From Here?
IX. Broken Promises
X. Blame
Depois de "Storm", a 16 de abril será lançado o segundo single!
Gwydion é uma das poucas propostas de viking metal português. A perseverança e luta da banda demonstra que o trabalho ao longo dos anos dá os seus frutos. Com um contracto assinado com a editora alemã TrollZorn, poderão vir a dar o merecido salto para a internacionalização. Metal Morfose: Como é que se iniciaram os Gwydion (nomes dos membros, instrumentos e como começaram a tocar viking black metal)? Gwydion: Agradecemos a oportunidade que nos estão a dar para falarmos e divulgarmos o nosso trabalho, obrigado a toda a equipa do Metal Morfose. Os Gwydion têm alguma história no metal português, já lá vão cerca de 13 anos de existência, com muitas trocas de elementos, o que tem vindo a moldar a nossa sonoridade ao longo do tempo. Já passámos por momentos muito complicados, com dificuldade em “acertar nos elementos exactos”, mas com muito esforço e dedicação, conseguimos chegar a uma formação coesa. Temos o Dani nas (Teclas), que é o nosso suporte melódico, o Vítor (Guitarra Ritmo) tem...
O simpático guitarrista e compositor Marcello Valsesia, dos brasileiros Thy Symphony, revelou o início da carreira da banda, a gravação do novo álbum e também perspectivas futuras. Metal Morfose: Sei que estão muito ocupados com a gravação do novo álbum. Em primeiro lugar gostaria que falasses um pouco como surgiram os Thy Symphony? Marcello: Desde criança que conheço o Rene, passamos a infância juntos e na escola conheci um teclista chamado Douglas assim surgiram os Thy Symphony. Depois encontramos a Camila, que está desde o começo. O César veio depois como um baterista que estava na banda antes do Matthew. Os vocais masculinos foram muitos, inclusive, vou aproveitar para divulgar que estamos a mudar de vocalista masculino para o lugar do Vitor, o nome dele é Allan Ortoga. Allan é um grande cantor e substituirá bem o Vitor. Assim surgiram os Thy Symphony, de uma ideia minha e de dois grandes amigos. Metal Morfose: Muito obrigada pela exclusividade da notícia Marcello, e espero que...
Os Corpus Christii são actualmente uma das bandas que erguem bem alto a bandeira do black metal nacional. O líder Nocturnus Horrendus falou sobre o novo trabalho “Rising”, concertos futuros e como se iniciou na arte do black metal. Metal Morfose: Gostaria que nos falasses um pouco sobre o início da tua carreira, e dos Corpus Christii, para que os leitores conheçam melhor o teu trabalho. Nocturnus Horrendus: Corpus Christii materializou-se em 1998, ano em que decidi começar a fazer o que realmente gosto, black metal. Até então estava pouco satisfeito com os projectos anteriores, então meti mãos à obra e comecei com a banda, banda essa que já tinha em mente há uns anos. Recrutei o Ignis Nox com quem tinha trabalhado em Noctu e começamos logo a trabalhar arduamente, assim que saiu a demo “Anno Domini” as coisas tornaram-se imparáveis. Até agora foram já 9 anos sempre com inúmeros lançamentos em todos os formatos, cassete, vinyl e CD. A mutação tem sido constante mas sempre definida pelo...
Comentários
Enviar um comentário