Ressurreição do Metal comemora 35 anos de Caminhos Metálicos e entrega de rémios Adamastor

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A Ressurreição do Metal terá este ano uma edição absolutamente imperdível, carregada de simbolismo e história! Esta edição especial assinala dois momentos marcantes para o metal nacional: - Comemoração dos 35 anos do Caminhos Metálicos. - 3ª Cerimónia de Entrega dos Prémios Adamastor. - 3 de abril de 2026 - Salão dos Bombeiros de Pindelo dos Milagres. Uma noite de celebração, reconhecimento e união da comunidade metaleira, honrando o passado, o presente e o futuro do metal em Portugal. Um evento a não perder. Mais informações em breve.

Cold and Deceased - Unleash the Hordes (Review)


Oriundos do Algarve, os Cold and Deceased são uma nova banda de metal a juntar ao metal nacional. Constituídos por um trio, com Angelo na bateria, Kenneth na guitarra, baixo e teclas, ambos membros dos Mortualium e ex Deep Odium e Sergio Ramos como vocalista, que dá voz também aos Corpse Shade.
“Unleash the Hordes” marca a estreia da banda em álbum, o qual é repartido em 9 temas, que totalizam cerca de 37 minutos conceptuais, numa estória que narra a ascensão de tiranos adormecidos nas entranhas da terra, até ao dia em que despertam e invadem a terra carregados de fúria e é desencadeada uma luta entre tiranos e humanos.

Musicalmente coeso e bem executado empurrado pela competente produção é um desfilar de uma violenta batalha de black metal, mas que também se embrenha no death metal. Embora a melodia esteja presente especialmente nas guitarras, o black metal desenfreado e veloz é o mote do álbum, em que a voz gutural mais ao estilo death metal se encaixa perfeitamente.

Com uma capa bela capa e adequada ao conceito lírico da autoria de Tata Kumislizer, o disco abre com o intro “March to Death” onde se ouve a cavalaria e sinfonias para a batalha, que arranca com “Unleash the Hordes from Hell” tema poderoso, com uma secção rítmica poderosa.

“Let the War Begin” é um dos bons temas, que obriga a aumentar o volume e recorda-me o som de bandas nórdicas do início dos anos 90.

“Taken” abre a meio tempo e evolui para uma descarga demolidora e é para mim o melhor tema. “Slayers of the Silver Chains” fecha de forma brilhante e viril.

Um álbum equilibrado do princípio ao fim e com margem futura de evolução, que para já peca por ainda não haver em formato físico e espero que tal seja solucionado, pois merece estar na colecção de qualquer apreciador de metal.


Nota: 8.5


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